Deborah e Gustavo – Externas

Continuando a série sobre o casamento da minha irmã chegamos enfim às minhas preferidas, as externas.

As externas são sempre um dos meus momentos favoritos porque posso trabalhar a criatividade e principalmente exercitar tudo quanto tenho aprendido sobre fotografia. Nas externas a luz não te obedece, ou você aprende a trabalhar com o que a natureza, ou no caso dessa sessão o local, te oferece, no máximo complementando com a luz que você porventura levar, ou você volta pra casa com o trabalho incompleto, e essa sessão não foi diferente.

As dificuldades começaram pelo local, a noivinha, minha irmã, escolheu Serra da Piedade, a distancia, mas nada que um carro não resolva, mas a minha irmã atrasou ao se arrumar e como a ponte da Br 381 tinha caído tivemos que passar por Santa Luzia atrasando ainda mais a nossa chegada ao local. Chegamos já com o sol se ponto, tivemos que correr pra conseguir fazer algumas fotos ainda com o sol, mas como todos sabem quando ele fala que vai embora ele vai mesmo.

Findo o por do Sol, a escuridão (e também o frio) chegou tão rápido que o 580 ex II quase não dava conta, solução: Usar a iluminação do local. Uma nova dificuldade, fazer o balanço de branco já que as luzes eram muito “alaranjadas”, tomados os cuidados chegamos ao resultado que aqui vos apresento, espero que gostem e comentem.

Turma de Minas – Adoração

As fotos do turma de Minas estão quase acabando, mas agora vai uma das minhas séries favoritas. Momentos íntimos de adoração que aconteceram várias vezes durante o Turma de Minas. Não pude fotografar todos os momentos, mas estes que consegui em certos momentos me emocionam.

Espero que gostem, e comentem.

Grande abraço!!!

Lucas Rigamont

Turma de Minas 2010 – Ministério Megafone

Quem também esteve no Turma de Minas e que levantou a galera pra agitar a poeira do corpo e refletir em como podemos mudar o mundo foi o Ministério Megafone.

Com eles a galera pulou, e não foi pouco, mas também puderam pensar um pouco sobre suas ações como na música: Porquê Sou Crente

“…Não importa se me xingam ou inventam apelido
Baixinho, grande ou gordo, eu sei quem sou em Cristo
Porque eu sou crente
Porque eu sou crente…”

E também na música: Fiel até o Fim

“…Quem será Fiel Até o Fim?
E subirá no monte do Senhor?
Quem levanta as mãos para adorar
Mesmo com vontade de chorar
Dança de Alegria sem parar
Fiel Até o Fim…”

Um chamado para que os Adolescentes e Jovens ali presentes pudessem acordar.

“…ACORDA TU QUE DORMES…

ACORDA LEVANTA DENTRE OS MORTOS

Eu imito a Cristo
Eu sigo seus passos
Sou filho do mesmo Pai
Não baixo a guarda
Eu mudo o mundo
Venha comigo transformar…”

E assim juntos adorar:

“…Encontra em mim oh Deus
Algo de Valor
Quero atrair Tua presença
Por Tua misericórdia oh Rei de Israel
Enche o templo com a Tua Glória
Restaura a casa caída de Davi
Pra que os povos saibam
Que a um Deus em Israel…”

e declarar:

“…Grandes coisas Tu farás
Esta cidade vai declarar Tu és Deus…”

Assim todos que estiveram ali foram abençoados com as músicas da galera do Megafone.

Valeu galera.

Espero que as fotos passem um pouco do que foi tê-los por lá.

Grande Abraço

Lucas Rigamont

Turma de Minas não tem preço

Voltar de um congresso como o Turma de Minas é muito intenso, as idéias
e as lembranças fervilhando na mente, chega a ser meio louco, ainda
mais quando nesse lugar estavam aproximadamente 1400 pessoas.
Caramba, a intensidade disso é muito louca, ver 1400 pessoas, pulando,
cantando, se divertindo, e principalmente adorando o Senhor Jesus
juntas é algo que não se vê todos os dias (embora eu sonhe com um dia
que isso possa sim acontecer todos os dias).
Nas brincadeiras com o JV, no balanço das músicas do Megafone ou da Banda Jubam, ou mesmo nas brincadeiras pelo pátio, na piscina e nas quadras, era a amizade e o amor entre irmãos o que estava mais latente, talvez por isso despedidas sejam tão difíceis, talvez por isso a última noite é sempre a mais longa, talvez por isso o almoço demore mais pra ser engolido, e talvez por isso, só por isso, tantas lágrimas rolem pelo rosto.
Era engraçado passear pelo estacionamento, vários ônibus já com o motor
ligado só esperando seus últimos passageiros subirem, enquanto do lado
de fora rolavam lágrimas, risos, abraços apertados que pareciam não
acabar, e vários tendo aquela conversinha mais íntima que poderia
talvez resultar em um novo relacionamento.
Mas de tudo isso, o melhor é, sem dúvidas, ver o quanto muitos ali
foram trabalhados, como vasos nas mãos do oleiro, quebrados, e
quebrantados, afinal porque outro motivo valeria tanto a pena tanto
esforço.
Ver lágrimas rolando, agora não de tristeza ou de despedida, mas sim de
quebrantamento, ver joelhos no chão, e vozes falando “SENHOR EIS-ME
AQUI” isso não tem preço.
Saber que daquele lugar sairão pessoas que irão levar a palavra de
Deus para suas familias, amigos, trabalho e tudo mais, isso realmente
não tem preço.
Saber que todo o trabalho que cada organizador e lider teve para
planejar e executar tudo, da forma como foi, não foi em vão, isso não
tem preço.
Não tem preço saber que vidas foram resgatadas, e que muitas outras
poderão ser resgatadas através daquelas vidas que ali estavam, não tem
preço saber que o trabalho não foi em vão, não tem preço saber que Deus
estava conosco naquele lugar, e que Ele se alegrou por todo o trabalho,
e que Ele não irá nos abandonar na volta pra casa, não tem preço saber
que foi por Ele que tudo isso aconteceu.
Turma de minas, pra mim é mais do que um congresso, é mais do que
conhecer e reencontrar pessoas. As lições que ali aprendi, jamais foram
e jamais serão esquecidas, as lições que tive ali, estarão para sempre
comigo, em meu coração, e é por isso que eu amo tanto esse congresso, e
é por isso que enquanto Deus me permitir quero estar acompanhando esse
congresso, dando minha força e meus conhecimentos para fazer deste o
maior congresso do Brasil.
Eu, e tantos outros que ali estiveram trabalhando, voltaram pra casa
cansado, mas com uma sensação gostosa de que valeu a pena, e de que
tudo isso não tem preço.